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Sobre o pântano mórbido a escuridão do cisne negro.

A sua essência negra sobrepõe tudo a sua volta, se completando com o glorioso eclipse,

Que de forma sombria ofusca,

E bravamente completa o contexto.



Corvos sobrevoam o espaço.

A agressividade se expressa nos movimentos,

Ao fundo um ritual fúnebre.

Contagiado pelo contexto, o cisne se desvaira.



Monstruosamente assusta,

Movimentando de forma vampiresca

Entregando-se por completo as trevas.

Sob a magia do eclipse, a instituição do mal do século.

Uma força negativa e profundamente surreal,

Tudo apavora!

Nada concretiza...

Os elementos se contrapõem e arte mórbida se concretiza em um perfeito sincretismo.



Quanto medo, quanto alusão...

Reações, perturbações...

Melodicamente sombrio.

As trevas simplesmente conspiram, e o cisne naturalmente descreve a sua missão.


Comentários  

0 #1 RE: Cisne NegroMarius Arthorius 09-02-2013 13:02
Belo poema, causa um efeito profundo sobre a imaginação.
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