Sáb, 07 de Janeiro de 2012 13:51
Escrito por Vitor Bolina - Samonte
Mirando o céu marinho, frio, calado
Recostada na lápide da sua quase morte
Pensa porque diabos teve sorte
De não acompanhar seu único amado?
Grita, chora, pula, suspira
Bate a cabeça no chão e sossega
Lembra que a vida não é eterna
Alma perdida, agora encontrada
Regozija-se, lembra-se da glória
Ele a esperará, não a deixará abandonada
Alma flutuante, encontra seu amado
Quão grande o susto quando o viu!
Estava vivo, e ela morta
Estava chorando, e enlutado
Poesias
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