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como música que é sem ter que ser

assim me espero no que nada sou

vejo os campos tão amplos dos profundos

lagos meus que nunca foram benditos

porque ao âmago sempre inútil seco

aqueles verdes vagos passam e levam-me

raio de dita tornado tornado

olho amigo para o céu que oceana

todos os sorrisos são como pássaros

fêmina passagem em culpa precisa

tudo é triste abaixo dO que não é

e em quatorze versos não disse nada

não disse porque estou rouco e mais louco

e tudo é tão feio tão vão tão pouco...


Comentários  

0 #1 RE: MisériaNelson Pires Filho 11-03-2011 15:18
Alessandro, eu curti seu texto, foi legal a forma como terminou. gostei realmente.
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Poesias