O ogro no calabouço devorando seu almoço
Sentado no musgo, sobre a luz em seu dorso
Fétido e pestilento jogado ao relento
Solitário foi abandonado
Resmungava! Uivava!
Sentado só em seu calabouço
Em sua mão um pedaço de osso.
Surge então um cavaleiro espertalhão
Que já foi dizendo para o ogro fedorento
Porque isso? Hei seu estrupício
O que vai fazer depois que eu te ofender?
Vai correr?
Já faz um tempão que estas ai no chão
Levante e lute, me de esse desfrute
Bem disse o safado e já foi golpeado
Das mãos do ogro um osso foi lançado
Para longe foi jogado o cavaleiro atrapalhado
Antes não tivesse dito nada
Se meteu em uma gelada.
Ele ri do velho ogro coitado
Se levantando meio atordoado
E o cavaleiro atrapalhado bramia sua espada
Numa tentativa de emboscada
Chamando-o novamente o ogro demente
Então seu grandalhão
Me enfrente se és tão bom
Segundo roude agora em ação
Mas o cavaleiro atrapalhado não tinha se esquecido
Trazia consigo seus grandes amigos
O ogro olhava o guerreiro tagarela
Enquanto o arqueiro acertava sua canela
O mago mestiço lançou um feitiço
E o anão gordão observou o ogro cair no chão
Urdido!Ardido!
Rolava o velho ogro
Teimoso e furioso
Mas o ogro foi subestimado
Um vulto passou ao seu lado
Esticado foi a corrente
Derrubado foi os guerreiros valente
Bate e rebate
Forte és teu corpo
Lá vem o ogro de novo.
Mas esperto és o guerreiro
Que o encurralou em um beco
Fizeste um grande alvoroço
Pois caístes em um fosso
Profundo!Imundo!
Gemendo constantemente
O ogro atormentou-los loucamente
Aliviado os guerreiros após a batalha
Encontrado foi o baú em meio as águas
Arrombado foi o cadeado
O tesouro perdido foi encontrado
Não és amaldiçoado disse o mago
Todos felizes eles comemorava
Todos pensativos em como levar o tesouro para casa.
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