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Tamanha é a podridão
Daquele corpo entendido no chão,
Abandonado sem ninguém para sepultá-lo
E com os abutres já prestes a devorá-lo.

Tamanha é a podridão,
Aquele corpo em decomposição
Está abandonado em um lugar deserto
Sem uma alma viva por perto.

Aquele cadáver era de um homem
Que tinha tudo para viver bem,
Mas trocou a felicidade, vivendo no caminho do mal,
Ao invés de viver no caminho do bem.

Sempre teve boa educação
Por parte de seus pais,
Mas desviou do bom caminho usando drogas
E passou então a freqüentar clínicas e hospitais.

Mas durante as internações
Ele sempre fugia,
Tornou-se uma pessoa totalmente viciada
E então se envolveu com uma gang muito barra pesada.

Começou a se envolver com crimes
Para sustentar o vício
E até assassinatos cometeu,
Os quais ele chamava de sacrifícios.

Não deu ouvido aos seus pais
E aos seus irmãos,
Agora ele está lá,
Estendido no chão,
Morto por um justiceiro
Que vingou a morte do irmão.

 

Poesias do Porão - Poesias

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