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Voltei ao cemitério e
lá encontrei minhas
almas preferidas.
 
Eram das trevas
seus rostos pretos
se iluminavam
como velas.
 
Valsavam umas
com as outras e
me convidaram
para se ir com
elas.
 
Tomaram minhas
mãos e vesti-me
de pardo linho grosso.
 
Como meu peito
arfava naquela
música das almas
chamas !
 
E tudo isso no
cemitério todo
negro.
 
Estava eu de
fato,
 
Orando naquela
valsa entre as almas
da minha mais que
lembrança,
 
Pra Eternidade
ser nossa
aliança.

Poesias do Porão - Poesias

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