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Sepulto em mim
as sombras da
minha sorte.
 
Sepultura tão
santa é esse
fundo em mim.
 
No meu cemitério,
 
Não existem
prantos.
 
Só voam graúnas
sem espanto.
 
Minha sepultura
é toda feita de
belas borboletas
da noite mais
escura.
 
Escuridão que
prezo,
 
Pois sua paz
é minha ventura.

Poesias do Porão - Poesias

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