Anna correu a mão sobre o leito do rio e seu toque gelado arrefeceu um pouco o calor do sol do início da manhã.
Sentou-se na grama alta da margem, as saias pudicamente recolhidas sobre as coxas, como lhe havia sido ensinado durante toda uma vida de regras e limitações e, num ato de pura falta de modos, começou a chapinhar a água, espalhando gotículas sobre o colo e os seios parcialmente visíveis entre as dobras do vestido.
Acontece na Rede...