Por mais de duas horas jogo conversa fora com o bobalhão da portaria, daquele hotel de luxo.
Acha-me bonita? Atraente? Ah! Sem esquecer do vulgarmente gostosa? Problema seu. Lamento mas nestes últimos anos aprendi a não me apaixonar mais pelo exterior e sim pelo interior... da carteira dos homens.
A porta abre e ele se aproxima de mim, sussurrando em meus ouvidos - Quanto? - Respondo com a boca que era cem reais, mas com a mente respondo - Tudo que ganhou em sua vida, otário.
Olha-me fixamente nos olhos, com o olhar mais penetrante que já vira em um homem antes, demonstrava estar faminto, faminto de sexo.
- Tem que pagar antes? - Os cem reais sim - Mas como sou boazinha, a sua fortuna pode me entregar no final, quando desmaiar e eu fugir com seu cartão de crédito.
Me segura pela cintura e juntos entramos no quarto, subo em cima da cama e peça por peça desnudo meu valioso corpo, bem mais valioso do que ele imaginava.
Ele apenas me olha fixamente tirando sua roupa meio que acanhado, creio que por ele ser jovem demais e sem experiência.
Deito-me com as pernas escancaradas naquela cama macia, e com minha mão direita faço sinal para ele vir logo.
Pula em cima de mim, me domina, aquele corpo jovem demonstrava ser forte como um leão.
Perde a timidez e logo estávamos como dois animais famintos um tentando engolir o outro, tomo um banho de língua em que nem mesmo meu anus escapa.
Me segura com força e me coloca de quatro como uma cadela, sua vara avantajada me penetra forte e freneticamente.
Gozo de tanto prazer, prazer em enganar, prazer em tapear estes tolos que pensam que o dinheiro pode comprar e dominar tudo.
Bruscamente ele tira seu pênis de minha gruta encharcada de excitação e enfia em minha boca, o safado enche minha boca de seu leitinho quente e depois de gemer mais do que eu cai e fica desmaiado na cama.
Levanto-me e me visto lhe dou o ultimo beijo, agradeço pela sua fortuna, pego seu cartão de credito na carteira e saiu, missão cumprida, mais um trouxa satisfeito.
Chego ao caixa eletrônico para retirar o dinheiro, o imbecil andava com a senha do cartão na carteira. Deus! E depois nós mulheres somos burras e inocentes.
Sugo tudo, nem um centavo, um dia quem sabe ele aprende a ser esperto como eu e recupera tudo.
Viro-me e quando vou sair do caixa... Au!!! Meu corpo bate contra algo duro como uma parede de aço era ele, com seu, sobretudo negro cobrindo aquele corpo malhado.
Sorri disfarçando meu susto, pela primeira vez não sabia bem o que iria fazer.
Ele me sorri ao invés de ficar furioso, que doido, tem homem que gosta mesmo de se ferrar na mão das mulheres, pensei.
Mas não era isso ele me diz - Nós dois temos um gosto em comum, sabia disso, piranha safada, nós dois adoramos sugar...
Não compreendi, será que ele roubava as pessoas também, só fui entender direito quando ele me aperta os braços com força e me abraça. Meu Pai! Mais um crente que quer salvar um pecador do inferno, mas para meu azar não era bem assim...
Segura firmemente o corpo com seus braços fortes e com suas... presas enormes penetra minha carne macia e suculenta, se bem que não era bem minha carne que ele queria e sim... meu sangue.
Caiu tonta no chão quando ele me solta. Igual a mim, ele não deixava nada. Sorri-me novamente, com meu sangue escorrendo de sua boca doce e me diz estas ultimas palavras... Te aguardo.
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