Banner
(4 votes)

A magnífica beleza daquela mulher deslumbrava a todos. Mesmo agora, gravemente doente, sua beleza ainda encantava. Mas um intenso sofrimento era plenamente visível em seu rosto de olhos fundos e encovados. Sua doença era verdadeiramente terrível, impiedosa, e, aos poucos, bem aos poucos, em uma extrema e quase imperceptível lentidão de brutal angústia, seu organismo ia sendo consumido pela absurda enfermidade. Era como a mais desolada e arrastada das marchas fúnebres.

Enfermidade que a definhava de uma forma digna da mais elevada comiseração. Seus sintomas algumas vezes surgiam, noutras, desapareciam por completo. Porém, quando retornavam, eram ainda mais violentos. Dores insuportáveis em todas as partes do corpo. Ela chorava copiosamente nestes momentos. Mas o que assombrava ainda mais era a inexplicável indiferença com que quase todos observavam a sua agonia.

Das dez pessoas que viviam em seu quarto, apenas uma delas sentia verdadeira piedade ao vê-la morrer de maneira tão lenta e sofrível. As outras aparentavam não se dar conta da devastadora desolação que acometia a bela e pobre mulher. No entanto, todos afirmavam que conheciam sua doença, que sabiam de suas causas a fundo e que possuíam a cura para a pavorosa e fatal enfermidade. Consideravam-se médicos de extrema perspicácia e inteligência. Havia até alguns que diziam que a doença não era grave, que seria facilmente curada e que exageravam no julgamento da intensidade de seus sintomas. Mas ainda não a haviam curado, apesar de todas as tentativas de fazê-lo, tentativas em realidade estúpidas, vergonhosamente insuficientes, enfim, absolutamente inúteis.

Todos os dez indivíduos também afirmavam com total segurança que conheciam o fato de que eles, todos eles, eram os responsáveis, os culpados pela bela mulher agora se encontrar enferma. Sim, a moléstia que a afetava foi causada pelas dez pessoas que viviam em seu quarto. Viviam em seu quarto e dependiam da bela mulher para tudo, para absolutamente tudo, inclusive para viver. Não viveriam sem ela. Daí então a urgente necessidade de curá-la. Se ela morresse, todos os dez morreriam com ela.

De modo que assombrava, era quase inacreditável a indiferença com que seus companheiros de quarto contemplavam a sobrenatural agonia que a passos de anômala marcha fúnebre levava aquela linda mulher a uma morte dolorosa e implacável. Algo realmente incompreensível. O que passaria pela mente dos cinco homens e das cinco mulheres que ali naquele quarto de doença viviam? O que passaria por seus sentimentos?

Talvez os moradores do quarto já estivessem tão habituados com a doença que causaram à mulher que já nem eram capazes de se emocionar com o vagaroso, lento, gradual sofrimento que ela irradiava. Havia ali somente uma pessoa que ainda agia intentando acender os sentimentos dos outros para que realmente tomassem consciência da iminente situação em que se encontravam. Porém, sempre inútil.

Mais e mais o clima reinante naquele quarto tornava-se pesado e nervoso. Sombras pesarosas iam surgindo dos cantos do ambiente carregado de densos espectros de ocaso. Lentamente, numa lentidão que parecia eterna. Em alguns momentos, luzes cintilavam em algumas pequenas reentrâncias quase ocultas que traziam consigo determinada esperança. Porém, em pouco tempo eram rapidamente subjugadas por nuvens escuras de uma fumaça de ignota origem.

Sistematicamente, a bela mulher em sua suprema agonia emitia gritos horripilantes, gemidos dilaceradores, que ensurdeciam e inflamavam os ouvidos dos seus companheiros de quarto, a ponto de sangrá-los. Mesmo assim, raramente se emocionavam, bem raramente...

Os gritos da bela mulher não eram reações desesperadas somente às suas dores excruciantes, mas ela reagia também às terríveis chagas que surgiam em todo o seu corpo e sangravam de forma inclemente, espargindo um sangue pútrido e mau-cheiroso, que se derramava por toda a cama, maculando os brancos lençóis e carregando o ar impuro de pestilentas emanações. As chagas desapareciam com o passar dos arrastados dias, mas sempre retornavam, cada vez piores, em cores mórbidas que iam do vermelho, ao roxo e finalmente ao negro.

E as pessoas ali respiravam aquela atmosfera mefítica, com uma imbecil tranquilidade sorridente. A mulher ardia em febre, e sua febre irradiava-se pelo ar, elevando a temperatura gradativamente. Ondas de enfermidade visivelmente partiam de seus entristecidos olhares de negras olheiras. Suas lágrimas não cessavam de escorrer como orvalhos de desgraça por seus miríficos cabelos negros. Sua face pálida e cadavérica implorava por misericórdia. No entanto, aqueles que viviam em seu quarto apresentavam um comportamento tão estúpido, tão indiferente, tão agressivo e miserável, que faziam, ainda que inconscientemente, com que a moléstia da mulher se agravasse ainda mais.

Em um instante soou um luto deprimente. E nas atmosferas ensombrecidas, mornas de enfermidade, densas de pesadelos, assomou pelo ambiente degradado a tensão desesperada de uma trágica marcha fúnebre. E suas notas noturnas vibravam como sinos agourentos de palpáveis maldições. Simultaneamente, adejaram pela janela as asas de um corvo que surgiu da noite distante, do espaço longínquo, e fitou seus olhos fundos de sentenças nas pessoas que ali no quarto estavam. O corvo assemelhava-se a um anjo. Trazia uma carta no bico.

Às vezes, os dias transcorriam em aparente serenidade. A serenidade funesta que antecede as mais devastadoras tormentas. E nos dias lentos, rastejantes, de tensão insuportável, relâmpagos e trovões, por vezes distantes, por vezes próximos, espargiam horrores e deixavam um odor ominoso pelo ambiente do quarto. E o clima obscurecia-se paulatinamente.

Ataques golfejantes de tosse assediavam os pulmões da bela mulher. Golfadas espessas de sangue espalhavam-se por todo o aposento. Um catarro amarelecido descia canhestramente de seu nariz. Ela debatia-se e revirava-se na cama inundada de um suor ardente, pegajoso e febril.

Pela janela semiaberta do quarto, uma estranha luminosidade avermelhada penetrou no ambiente de dúvidas e desesperos adejantes. A bela mulher desvairava, inebriada das mais absurdas catástrofes. Contorcendo-se de dor em todos os seus órgãos, ela levava as mãos amareladas e ressequidas, de veias proeminentes, à cabeça que latejava freneticamente.

Um sopro anômalo e rubro de sangue entrou com diabólica violência pela janela entreaberta. Tal sopro deve ter afetado a sanidade da bela mulher. Agonizante, como um furacão ela redobrou suas forças para erguer-se da cama sanguinolenta. Insana, descontrolada, enlouquecida, ela agarrou com suas mãos crispadas, de unhas crescidas e ensanguentadas, um por um o pescoço daqueles que viviam em seu quarto e os estrangulou com fúria alucinante. Nove dos dez moradores do quarto foram mortos dessa forma. Apenas aquela mulher que sinceramente tentava ajudar a bela enferma foi poupada. E, nesse instante, uma tênue fagulha de vida refulgiu em seus enormes olhos verdes. E o nome da bela mulher era Terra.

 

Comentários  

0 #1 Muito Bom!Leonardo T. 08-01-2011 16:58
Gostei bastante da prosa! A dicotomia do sofrimento com a beleza veio a calhar! No meio do conto pensei em algo como insetos venerando e sugando sua rainha, mesmo esta a sorver constante dor!
Parabéns!
Citar
0 #2 RE: A Lenta Morte da Mulher BelaVitor Bolina 08-01-2011 16:59
Um conto e tanto! Meus parabéns.
Seu estilo de escrita se assemelha muito ao tipo de escrita do Poe, um dos meus favoritos. As descrições da "doença", a agonia da mulher e o final surpreendente deram o toque necessário ao texto para que o leitor possa parar e dizer "Uau".
Mais uma vez, parabéns.
Citar
0 #3 AssustadorJoão Marcos 08-01-2011 17:03
Credo...

Durante a leitura do conto achei ele bizarro...
Mas no final tudo faz um MACABRO sentido...

MEDO... Na vida real nem a pequena parte que liga será poupada.
Citar
0 #4 RE: A Lenta Morte da Mulher BelaAlessandra Bellan 08-01-2011 17:08
Parabéns pelo excelente conto!
Suas descrições são de tirar o fôlego. Pude visualizar os ambientes com clareza, sentindo todo o clima denso que é criado na história, linha após linha. Adorei o final! Digno de reflexão.
Abraços
Citar
0 #5 Reflexão e mais do que isso.Rafael Schiabel 08-01-2011 17:10
Terminei a leitura emitindo um expressivo "Nossa!".
As palavras usadas e as descrições da mulher e da bestialidade de seus companheiros de quarto me fizeram adentrar na história.
Alessandro se mostrou um ótimo escritor. O clima sombrio e o sofrimento da mulher ficaram excelentes, além de proporcionar ao leitor uma reflexão sobre o que fizemos e ainda estamos fazendo com nosso planeta.

Grande abraço.
@rafaschiabel
http://lembradaquelahistoria.blogspot.com/
Citar
0 #6 Excelente!Susy Ramone 08-01-2011 17:45
Prendeu a atenção desde as primeiras linhas.
Parabéns!
Citar
0 #7 RE: A Lenta Morte da Mulher BelaSora Barbosa 08-01-2011 18:15
Gostei! No final tudo fez sentido. Se refletirmos, perceberemos que realmente é o que acontece, infelizmente.
Citar
0 #8 RE: A Lenta Morte da Mulher BelaMarina Rosa 08-01-2011 18:48
Realmente muito bom conto. Devorei com os olhos a tela desde o começo em uma imensa expectativa. O suspense contido no conto me levou a ficar até um pouco entorpecida no final, com a resolução e ainda querendo mais.
É fácil imaginar o estado da mulher bela da forma como é retratado, repugnante e ao mesmo tempo impressionantem ente impossível de parar de ler.
Excelente leitura, e muito boa para reflexão também. Adorei.
Citar
0 #9 RE: A Lenta Morte da Mulher Belamonica 08-01-2011 18:52
Nossa, gostei muito do conto, achei o final surpreendente! E é isso mesmo que está acontencendo na Terra :/
beijos
Citar
0 #10 InesperadoJoana D´arc Maciel 08-01-2011 19:46
Não esperava um desfecho como esse...realmente nos faz refletir sobre as nossas atitudes, a nossa indifença para com os problemas da Terra, que é nosso lar, nossa base, um dos motivos pelo qual vivemos.
Além disso, a narração do autor foi brilhante...me fez adentrar na cena, como se eu vivenciasse o momento, a dor e o sofrimento da mulher.
Parabéns pelo conto!
Citar
0 #11 Adoreijaqueline 08-01-2011 19:50
Nossa eu realmente gostei do conto, o final não foi o que eu esperava, mas fiquei surpresa de saber que é tudo verdade! Muito bom mesmo.
Citar
0 #12 RE: A Lenta Morte da Mulher BelaA.Reiffer 08-01-2011 20:34
Só tenho a agradecer aos leitores e ao amigo Amado. Obrigado!
Citar
0 #13 RE: A Lenta Morte da Mulher BelaThais Pampado 08-01-2011 20:35
Conto brilhante!
O final foi realmente inesperado, ainda assim, nos dá algo no que pensar.
Citar
0 #14 RE: A Lenta Morte da Mulher BelaSanélia 08-01-2011 20:42
Realmente o conto é bem macabro... mas gostei do final. Adoro historias de terror, suspense, etc. E esse é muito bom. Nos envolve do começo ao fim.
Citar
0 #15 RE: A Lenta Morte da Mulher BelaValdênia 08-01-2011 21:37
incrível, maravilhoso...
um conto surpreendente, rico e emocionante.
jamais imaginaria este final e no entanto ele fez mto mais sentido que qualquer outro.
Citar
0 #16 RE: A Lenta Morte da Mulher BelaIsis Pacheco 09-01-2011 01:33
Conto maravilhoso! Fiquei muito envolvida com a história, mas no meio do conto tinha uma vaga idéia da mensagem que ele estava passando. Gostei do jeito que foi relatado esse assunto de extrema importância que acontece na nossa realidade!

@zipacheco
Citar
0 #17 Inebriante *-*Naniedias 09-01-2011 06:35
Eu sou uma amante dos contos =) E os que mais gosto são os que surpreendem no final ^^ E o seu é desse estilo!
Adoro descrições detalhadas e as suas são simplesmente maravilhosas (se é que pode-se chamar de maravilhosas descrições mórbidas sobre a enfermidade do nosso planeta)!
Adorei o conto!
Parabéns ^^

Beijos,
Nanie
Citar
0 #18 Surpreendente!Nathane Costa 09-01-2011 10:51
Faz tempo que não leio nenhum tipo de conto e confesso que fiquei bastante surpresa com o final deste. Ao decorrer da leitura estava achando tudo muito nojento devido a tamanha riqueza das descrições da doença. Mas entendi e me fez refletir. Parabéns!

@whosthanny
Citar
0 #19 RE: A Lenta Morte da Mulher BelaNatália @NCCAzevedo 09-01-2011 11:02
O conto é muito bem conduzido e narrado. Achei que durante uma parte, o relato da doença fica um pouco repetitivo e a expressão marcha fúnebre poderia ser menos utilizada. Mas a descrição dos detalhes da doença é muito boa. O final também foi surpreendente e achei que a metáfora ficou muito bem aplicada.

Parabéns, muito bom texto!
Abraços
Citar
0 #20 PERFEITOJulio Cesar Vieira 09-01-2011 11:28
Com certeza um dos melhores contos que eu ja li, acabei e fique tipo o.O

É incrível a comparação e a gente não consegue parar de ler, vai devorando. rsrsrs


@HPJulioCesar
Citar
0 #21 Final surpreendenteLuiz Fernando Cardoso 09-01-2011 13:51
A melhor parte do conto é o final. Enquanto lia a história, fiquei imaginando que tipo de poder sobrenatural explicaria aquela situação absurda e macabra da bela mulher. Então, com poucas palavras o narrador esclareceu todo o mistério. Sequência de jabs finalizada com um potente gancho de direita. Uma curiosa e sombria metáfora com pitadas góticas dos dias atuais.
Citar
0 #22 a verdaderafaela 09-01-2011 14:54
Vou confessar comecei a ler por causa da promoção, seu conto foi tipo uma porta sabe , que abriu para um novo modo de pensar(não sou muito boa com as palavras rsrs)eu nao dava muito credito aos contos, quase nao os lia, ja li varios livros, que não me passaram a emoção e a veracidade que o seu conto passou.. estou agradavelmente surpresa , gostei e muito foi emocionante, assustador, e reflexivo , muito obrigada por me fazer ver o que eu estava perdendo.
beijos
Rafaela
@rafichaaa
Citar
0 #23 A bela metáfora da mulher belaLarissa 09-01-2011 15:27
No final tudo fez sentido. Não é um conto de terror, como pensei que seria; é para pensar.
Enviei o texto para uma pessoa 'que não se importa'. Ela não entendeu e eu tive de explicar.

larissagallas@h otmail.com
@parasorteios
Citar
0 #24 RE: A Lenta Morte da Mulher BelaTatiane Menna Barreto 09-01-2011 15:44
Muito bom esse conto, adoro esse estilo! Parabéns ao escritor, o texto prende do início ao fim! Adorei!
Citar
0 #25 RE: A Lenta Morte da Mulher BelaRayana Miccolis 09-01-2011 16:47
Conto interessante, desfecho diferente. Apesar de não fazer muito meu estilo pelo ênfase excessiva em algumas partes, achei um bom conto.
Citar
0 #26 Meu Lampejo: Canto GRISMirse Maria de Souza Albuquerq 10-01-2011 06:40
Reiffer!

Excelente conto, como tudo que leio e que vem de você. O final, inesperado é surpreendente e fascina.

Já o tinha como ótimo escritor, agora apenas acrescento mais uma estrela!

Beijos

Mirze
Citar
0 #27 RE: A Lenta Morte da Mulher BelaThais Priscilla 10-01-2011 13:26
Adorei o conto. Super bem feito e com uma comparação incrível.

@thayscilla
Citar
0 #28 RE: A Lenta Morte da Mulher BelaErica Martins 11-01-2011 22:53
As descrições das doenças foram bem nojentas, mas eu entendi a msg do conto (eu acho).
Me deu muito o que pensar o conto.No final eu gostei.

Bye
Citar
0 #29 Fantástico!Ilmara Santos Fonseca 12-01-2011 00:21
Gostei muito do texto. Muito bem escrito e com um vocabulário bastante rico e amplo. Quando comecei a ler, pensei nesse texto como uma bela metáfora para a individualizaçã o das pessoas, que seguem cegas, cada uma em sua ignorância, sem olhar para o lado, ferindo a si mesmas e aos que estão ao seu lado. E para minha surpresa, a bela mulher era a Terra. Belíssima metáfora, belíssimo conto. parabéns!
Citar
0 #30 RE: A Lenta Morte da Mulher BelaAnny Lucard 12-01-2011 08:02
Nossa, conto horripilante. :o Um dos mais sinistros do Estronho. :lol:
Citar
0 #31 RE: A Lenta Morte da Mulher BelaTânia Souza 12-01-2011 10:03
Um dos contos mais surpreendentes de Alessandro Reiffer, o leitor vai por caminhos diversos e entres eles, a presença do sombrio é sugestão constante, interessante narrativa.
Citar
0 #32 Muito bomJuliana cristina Miguel 12-01-2011 10:40
Parabéns, gostei bastante do conto e fiquei totalmemte surpresa com o final
Citar
0 #33 RE: A Lenta Morte da Bela MulherVivian 12-01-2011 10:43
Simplesmente não consegui parar de ler!!
Achei incrível a comparação usada no conto. Muito bom mesmo, e pra finalizar o nome da bela mulher é revelado. Impactante!!!
Citar
0 #34 RE: A Lenta Morte da Mulher BelaAndresa 12-01-2011 11:19
Nossa, muito interessante esse texto...as comparações...quando chegou o final eu me surpreendi!!
Parabéns pelo texto!!

@desapd
Citar
0 #35 A Lenta Morte da Mulher BelaMary 12-01-2011 18:59
A Lenta Morte da Mulher Bela tem suspense na dose certa, grudei os olhos na tela sem querer perder nenhum detalhe até chegar na resolução impactante.
Nota mil, adorei.
@Maryinbrazil
Citar
0 #36 RE: A Lenta Morte da Mulher BelaNúbia Esther 12-01-2011 19:25
Angústia foi a sensação que o conto provocou em mim, angústia pela mulher moribunda e os outros ali a observarem e piorarem o seu sofrimento. A descrição foi muito bem feita e o final bem interessante. Gostei.
Citar
0 #37 IncrívelGui 12-01-2011 19:48
Incrível!!! Uma história complexa com um final muito bom! Parabéns ao autor!!
Citar
0 #38 RE: A Lenta Morte da Mulher BelaAline 12-01-2011 19:50
Um excelente conto, muito bem escrito.
Um misto de angústia, piedade e medo.
Citar
0 #39 Creedoo@Juliete_Santos 12-01-2011 19:55
O Conto inteiro, do começo ao fim é dificil de fazer descer pela garganta. Deixa um gosto amargo na boca quando finalmente termina.
Forte demais.
Citar
0 #40 RE: A Lenta Morte da Mulher BelaPetra 12-01-2011 20:23
Realmente muito bom.. e bem surpreendente ^^

@Petra_frey
Citar

Contos Estronhos - Contos e Crônicas

Facebook Page: estronhobook Twitter: estronho YouTube: EditoraEstronho
Banner
Nós temos 284 visitantes online