Letícia abriu a porta e a transpassou abrindo o guarda-chuva logo em seguida. As gotas untuosas da chuva caíam céleres e fortes formando poças d´agua por toda rua. Ela caminhava a passos curtos na direção do hospital, onde estagiava como enfermeira. O Opala de vidros negros passou ao seu lado lentamente parando um pouco a frente. A rua estava vazia a maioria das pessoas estava dormindo aproveitando a friagem causada pela chuva naquela tarde de sexta-feira. O homem com uma casaco de couro amarronzado desceu do carro rapidamente, a feição de seu rosto mostrava preocupação, levou a mão a cintura e empunhou um revolver trinta e oito. Apontou-o a meia altura na direção da moça que não esboçou reação e largou o guarda-chuva e esticou a mão segurando a bolsa:
- Pode levar tudo, mas não me machuque! Disse Letícia tremula. O homem aproximou-se e puxou a garota pelo braço atirando-a dentro do Opala.
Maníaco pisou fundo no acelerador, a moça chorava copiosamente no banco do passageiro, passou por varias ruas até chegar a um galpão. Acionou o controle remoto e logo o portão ergueu-se. Passou o carro e novamente acionou o controle fazendo o portão baixar-se. O maníaco desligou o carro e logo em seguida a ventoinha girou automaticamente fazendo o motor resfriar-se.
O homem abriu a porta do carro bradando. – Desça! – A moça desceu do carro cabisbaixa, as lágrimas saiam de seus olhos castanhos misturando-se ao preto da maquiagem até deixarem seu rosto. O rapaz era jovem tinha no máximo vinte e quatro anos, cabelos negros arrepiados e olhos castanho- escuro. Ele tirou os fios de cabelo que caíam na frete dos olhos da moça e deslizou as costas de sua mão pelo rosto pálido e gélido da garota. Aproximou os lábios dos de Letícia e levou a língua entocando-a na boca da moça. Quando ele percebeu que a moça só queria sair dali o mais rápido possível e não ofereceu resistência, abriu o zíper do casaco da moça e o tirou sacudindo-o em cima do capô do Opala. Passou as mãos por baixo da blusa de lã e ergueu, abriu o feixe do sutiã e em poucos segundos Rodrigo e Letícia já estavam despidos. Letícia gemia e ao mesmo tempo horava em cima do capô do Opala.
Quando já terminava de abusar da garota. O Maníaco do Opala empunhou sua pistola e lentamente aproximou-a da cabeça de Letícia e aportou o gatilho fazendo a bala em poucos milésimos de segundo atravessar a cabeça da garota. Mas o maníaco foi traído pela sua pontaria e a mesma bala que fez Letícia ficar inerte o acertou no meio da testa e ele caiu merecidamente morto fazendo o sangue manar sobre os seios da enfermeira.
Comentários
Depende do ano do Opala, meu chapa. Os últimos sairam com ventoinha automática sim senhor, inclusive servia também para o condensador do ar condicionado.
Quanto a estar mal escrito, cada um que dê sua opinião. O site é pra isso mesmo. Você tem direito à sua opinião. Na minha opinião o Ryan mandou bem e NÃO está mal escrito.
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