Andando com um estranho livro em suas mãos, dando passos lentos em rumo a um lugar desconhecido, um manto cobre seu corpo, um capuz esconde seus olhos.
Ninguém sabe onde ele olha, nem a direção a que caminha.
Em seu livro a vida de todos, em sua mão direita uma caneta que parece nunca ser usada, e se percebe que esse homem anseia usá-la.
Sempre observando, sempre lendo, sempre caminhando.
Poucos têm a força para apagar as linhas daquele livro, poucos têm a força para fazê-lo usar a caneta em sua mão direita.
Mas não sabem que ele espera que todos possam.
Se sente capaz de desafiá-lo? Se sente capaz de fazê-lo parar?
Andando, andando, rumo ao nada, ali vai aquele que muitos temem e também muitos se entregam, mas poucos o param...