Soava estranho aos ouvidos e à visão. Pudera.
O sangue viscoso vertia pelo peito enquanto o povo zombava. Alguns muitos tinham tochas nas mãos e gritavam eufóricos pelo herói que fizera isso a ele. Herói do povo e seu vil algoz. Maldito...
Deslizou dolorosamente pela estaca que mantinha-o suspendido ao alto e transpassava seu coração vampiro. Sentiu esvair-se a audição, a visão e até mesmo a dor, até que, ao fim, a vida.
A ira o dominara, mas ele não podia fazer mais nada, exceto atormentar os sonhos. Assim o faria... Ninguém mais daquele vilarejo conseguiu dormir em paz.
Nunca mate um vampiro. Fuja, é melhor.
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Comentários
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Abraços,
Emanoel Ferreira.
Meus parabéns, Emanoel!
Márson.
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