Qua, 15 de Julho de 2009 13:59
Última atualização em Ter, 08 de Setembro de 2009 13:19
Escrito por Iam (Gore) Godoy
Existem filmes de zumbis desde a década de 30, porém não irei aqui comentar sobre os zumbis, mas sim sobre a violência explícita contida em certos filmes, algo que começou com o grande George Romero. Os filmes de zumbis sempre foram tachados como os mais sangrentos do gênero e em muitos casos é a pura verdade, afinal a maneira de um zumbi matar um humano geralmente não é nada agradável, pois este utiliza sua força para desmembrar e seus dentes para comer, assim sendo, foram feitos muitos filmes sobre o tema, alguns desnecessários, outros obras-primas e alguns apenas divertidos. Mas sempre se priorizando o massacre ocorrido quando, de alguma forma, esses mortosvivos saem de seus túmulos.
A TRILOGIA DOS MORTOS - Zumbis com algo a dizer
Em 1968, um publicitário chamado Geoge A. Romero, com muita imaginação e vontade, resolveu fazer um filme, juntou amigos e habitantes locais e filmou o grande clássico de zumbis
“A Noite dos Mortos-Vivos” (Night of the Living Dead), contando com um elenco amador, mas muito engajado, criou uma história simples porém eficiente e com o principal, algo nunca visto antes em um filme de mortos-vivos: zumbis comedores de

carne humana. Esse filme consegue criar um clima surpreendente, filmado em preto e branco por questões econômicas, o que fez o filme mais assustador, ele foi um grande sucesso do cinema, sendo posteriormente imitado por “zilhões” de outras produções. A história é sobre uma garota que está indo visitar um ente em um cemitério junto com seu irmão, chegando no local eles são surpreendidos por um morto-vivo que mata o seu irmão e a persegue até um casarão abandonado, onde a coitada encontrará mais alguns personagens e ficarão presos tentando impedir a entrada dos zumbis. O filme apesar de ser uma produção independente e totalmente amadora, é muito bem filmado pelo genial Romero, além de conter um conteúdo crítico em seu enredo. Neste exemplar da série nós podemos constatar claramente a crítica contra o racismo. Apesar da violência ser contida (convenhamos, é um filme de 1968), possui sua dose de “gore”, afinal, são zumbis comedores de carne humana, oras.
Em 1978 Romero resolve fazer uma continuação de seu notório e polêmico filme, mas não é apenas mais uma seqüência, é apenas o melhor filme de zumbis feito até hoje. É lançado
“Zombie - O Despertar dos Mortos” (Dawn of the Dead), um filme que mescla momentos de humor, ação, crítica social e escatologia de uma maneira inteligente e surpreendente. Já existem indícios de infestação no mundo todo, os mortos caminham pelas ruas e agora nem mesmo os caçadores de zumbis conseguem detê-los, estão por toda a parte. Vendo que a situação só tende a piorar, quatro pessoas resolvem fugir para algum lugar de helicóptero, na esperança de encontrar algum lugar livre dos terríveis zumbis. Agora convenhamos... você está em um lugar cheio de zumbis, consegue um helicóptero para fugir para onde você quiser, para onde você iria??? Uma ilha deserta? Um lugar escondido no deserto do Saara? Na casa da sua sogra, onde você sabe que nenhum zumbi irá entrar com medo da senhora? Nada disso, eles resolvem ir para um Shopping Center. Sobrevoando o local eles acham que o shopping é um lugar seguro para eles ficarem, descansarem e pegarem mantimentos. Só que o lugar está repleto de mortos-vivos, que foram ao local, pois tinham resquícios de memórias de suas vidas, onde eram acostumados a freqüentá-lo. Esta talvez seja a obra mais crítica do Sr. Romero, onde ele condena a olhos nus o consumismo desenfreado da sociedade, e exemplos no filme não faltam como na cena onde os mortos estão tentando entrar em uma loja que abriga dois dos humanos sobreviventes. Eles estão super agitados, mas a impressão que temos é que eles estão atrás

de alguma liquidação. Este é bem mais violento que o anterior, com freqüentes cenas de zumbis levando tiros na cabeça, mordidas onde são arrancados grandes pedaços de pele e algumas cenas de “gore”, como quando alguns motoqueiros invadem o shopping para saquear mantimentos, e os coitados são abertos e tem seus intestinos comidos pelos zumbis.
Em 1985 foi lançado o filme que fechou a trilogia,
“Dia dos Mortos” (Day of the Dead). Aqui Romero nos apresenta o filme com os zumbis mais perfeitos, graças ao seu já habitual colaborador Tom Savini. Cada zumbi com uma deformidade diferente (ao contrário do anterior onde apenas pintavam as pessoas de verde), e com violência inferior, mas com mais cenas de “gore”. O mundo já está dominado, encontrar vida humana é mais difícil do que encontrar água em deserto, um pequeno grupo de sobreviventes, composto por alguns cientistas e militares, está à procura de uma suposta cura para os mortos-vivos. Eles se refugiam em uma base militar subterrânea, onde podem estudar espécimes capturados. Aqui Romero critica o militarismo, mostrando o quanto ignorante e catastrófico esse tipo de regime fascista pode ser.
Em 1990, Tom Savini, o grande mago da maquiagem, colaborador freqüente de Romero em seus filmes (algumas vezes até atuando em pontas com em
“Zombie – O Despertar dos Mortos”, onde ele aparece como um dos motoqueiros), dirigiu uma refilmagem “homenageando” o clássico de 1968. Na realidade, essa suposta “homenagem” possuía o intuito de não deixar outra equipe refilmar o clássico, pois como é de domínio público, qualquer um poderia utilizar a história. Romero formou a equipe, ajudou na produção e chamou o amigo Tom Savini para dirigir e o resultado é de encher os olhos. Digno ao original, eles conseguiram algo muito difícil, uma refilmagem ficar ao nível da obra original.
Esta trilogia marcou o cinema de terror como os filmes mais perfeitos de zumbis, Romero virou “O Pai dos Zumbis” e até hoje carrega essa marca, mesmo já tendo dirigido vários filmes fora do tema. Ele há muito tempo planeja o quarto filme da série dos mortos, e atualmente está trabalhando nesse projeto. Romero ainda é um dos poucos diretores desta fase de ouro que continua ativo até hoje.
SPAGHETTI ZOMBIE – Os italianos entram em cena

Os americanos são famosos pelas suas produções caríssimas, mas nenhum cinema foi mais visceral do que o cinema italiano. Geralmente pegando carona nos sucessos dos ianques, os italianos faziam filmes mais sangrentos e violentos, e não foi diferente com os filmes de zumbis.
O ciclo de zumbis italianos começou com o filme que é considerado o mais violento,
“Zumbi 2 - A Volta dos Mortos” (Zombie), do grande maestro Lucio Fulci. Com a missão de filmar uma seqüência de
“Zombie – O Despertar dos Mortos”, que fez relativo sucesso na Itália, Fulci não se contentou em apenas utilizar a mesma história do filme de Romero, criando assim, uma obra-prima original e marcante. Foi o empurrão que precisava para o cinema ser invadido por várias produções de zumbis do continente da bota.
A história é sobre uma garota que vai investigar o desaparecimento de seu pai, junto com um repórter, em uma ilha onde os mortos são reanimados por rituais de vodu. Sem se preocupar com o roteiro (mesmo sendo um dos filmes mais fáceis de seguir o roteiro dirigido por Fulci) e caprichando em cenas maravilhosas, onde a câmera passeia em closes perturbadores em momentos onde a escatologia domina, esse filme não é para estômagos fracos.
O “gore” mesmo não sendo constante é marcante, como a cena onde um olho é perfurado por uma ripa de madeira em close, mostrando em todos os detalhes o globo ocular sendo ferido. Outra é quando encontram o corpo de uma mulher sendo devorado calmamente por alguns zumbis, sem contar as dilacerações de gargantas, mordidas, tiros na cabeça de corpos embrulhados (este elemento claramente tirado do filme de Romero) e outras atrocidades.
Lucio Fulci flertou mais vezes com o tema em filmes como
“Pavor na Cidade dos Zumbis” (Paura Nella Cittá Dei Morti Viventi, 1980) ou
“A Casa dos Mortos Vivos / A Casa do Cemitério” (Quella Villa Accanto al Cimitero, 1981), mas o seu melhor filme tanto com tema de zumbis como qualidade foi
“Terror nas Trevas / A Casa do Além” (L'Aldila, 1981), sendo um dos mais violentos filmes do italiano, sem deixar de lado a técnica. O filme conta a história de uma mulher que herda um hotel onde se encontra uma das portas do inferno. Na reforma do local é aberta a passagem e começa o terror, onde a lógica quase nunca se encontra com as belíssimas imagens. O “gore” é magistral, aqui podemos presenciar mais uma vez o estranho fetiche de Fulci por machucar olhos, pois temos um encanador tendo seus olhos violentamente perfurados, uma senhora que tem sua cabeça perfurada por um enorme prego em uma parede e seu olho fica preso na cabeça do prego, além das suas usuais cenas de dilaceração de garganta e outras mortes inventivas, como o ataque de aranhas.

Seguindo os passos de Fulci surgiu Andrea Bianchi, responsável por
“A Noite dos Mortos Vivos / A Noite do Terror” (Burial Ground / Nights of Terror, 1980), cujo nome nacional não deve ser confundido com o clássico de George Romero. Foi lançado aqui no Brasil com o nome equivocado e corrigido posteriormente com o título
“A Noite do Terror”. É sobre um professor que abre uma tumba antiga libertando mortos-vivos, daí em diante é uma correria para conseguir ficar vivo. O roteiro é nulo e cheio de buracos, mas o filme é cheio de decapitações, desmembramentos, vísceras expostas e talvez a mais dolorosa forma de redução de seios já mostrada até hoje. Essa cena em particular é muito famosa, por mostrar a primeira e única cena de incesto entre zumbis, onde um garoto de 14 anos (na verdade um anão de vinte e tantos anos) arranca a dentadas o seio de sua mãe.
Quem seguiu essa mesma linha foi o super incompetente Bruno Mattei, um dos diretores mais picaretas que já apareceram na história do cinema, que tem em seu currículo vários filmes medíocres que seguem a linha de sucessos, como é o caso de sua “obra-prima”
“Predadores da Noite” (Inferno dei Morti-Viventi, 1981). O filme é o
“Zombie – O Despertar dos Mortos”, digamos assim, cuspido e escarrado, mas muito mal feito. Ele é responsável também pela seqüência do filme de Fulci, chamado
“Zombi 3” (1988), onde conseguiu inexplicavelmente que Fulci firmasse uma parceria com ele para dirigir esse filme escrito pelo também incompetente Claudio Fragasso. A qualidade do filme era tão sofrível que Fulci abandonou a produção, deixando apenas cerca de 15 minutos de filmagem. O filme, como era de se esperar, é um grande exemplo de como NÃO fazer filmes de zumbis.
Outro que se aventurou no ramo de zumbis foi o companheiro inseparável de Mattei, Claudio Fragasso, que dirigiu o
“A 3ª Porta do Inferno” (After Death), lançado em alguns lugares como
“Zumbi 4”. Esse filme na verdade não tem vínculo nenhum com o de Fulci e ainda carrega a qualidade ruim dos filmes de Mattei. Aqui vemos zumbis ora correndo, ora andando lentamente e ora atirando com metralhadoras M-16 (?). As maiorias dos zumbis se limitam em ter a cara pintada de cinza e babarem sangue toda vez que abrem a boca.
Joe D’Amato, mais conhecido por produções pornográficas, também deu a sua contribuição dirigindo
“Le Notti Erotiche dei Morti Viventi / Erotic Nights of the Living Dead”, onde mistura os zumbis com o que de melhor ele sabe filmar, sexo e mulheres nuas.
Assim o cinema italiano foi invadido por inumares produções, variando entre filmes muito bons e obras de apenas valor histórico. O último suspiro veio em grande estilo com um jovem diretor, Michele Soavi, pupilo direto de Dario Argento, que dirigiu em 1994 o filme
“Pelo Amor e Pela Morte” (Dellamorte Dellamore), contando a história de um coveiro que enfrenta mortos-vivos que insistem em se levantar depois de sete dias mortos. O filme é surreal, com o assistente do pobre coveiro se apaixonando por uma cabeça, por exemplo. Aqui, fecha-se com chave de ouro esse tão divertido filão da indústria italiana de cinema.
OS MORTOS CEGOS – Zumbis espanhóis

Na Espanha também flertaram com o estilo, começando com Jorge Grau e sua famosa obra
“Zumbi 3” (Non Si Deve Profanare il Sonno dei Morti, 1974). Não confundir com o filme de Mattei, pois a obra de Grau é realmente muito boa e não é continuação de filme nenhum, sendo um dos maiores erros de título escolhido no Brasil. Das muitas cópias do
“A Noite dos Mortos-Vivos” de Romero essa é considerada a melhor. Um rapaz e uma moça se encontram em uma região onde estão testando um novo método de extermínio de insetos, que envia sinais ao sistema nervoso dos bichinhos levando-os à morte, mas isso também está levantando mortos. O filme tem certas cenas pesadas, como quando mortos-vivos atacam um oficial da lei em um cemitério, uma cena que deve ter inspirado Lucio Fulci, pois um dos mortos faz a festa com um olho e quando eles atacam uma moça, com direito a tripas expostas e metade do seio arrancado.
Porém, o principal nome do terror na Espanha em matéria de zumbi é Amando de Ossorio, com a sua tetralogia sobre os
“Mortos-Cegos”. Contratado para fazer uma imitação do
“A Noite dos Mortos-Vivos”, Ossorio foi adiante, com inspiração em uma história antiga que sua mãe lhe contava, criou os Mortos-Cegos, cavaleiros templários que adoravam o diabo e matavam mulheres para fazerem rituais diabólicos. Em um dos filmes dizem que os cavaleiros perderam os olhos para os corvos, após terem sido enforcados, em outro explica que eles foram queimados antes de seu enforcamento, por esse motivo eles não possuem visão e são atraídos pelas vítimas pelos gritos e pela respiração, mas o que importa é que eles se levantam de tempos em tempos em busca de vingança. Os filmes são:
“La Noche del Terror Ciego / Tombs of the Blind Dead”, 1971), que fez grande sucesso e gerou a continuação
“O Retorno dos Mortos Vivos” (El Ataque de los Muertos Sin Ojos / The Return of the Evil Dead, 1973), que abusava do humor e na ação, sendo o único lançado no Brasil, seguido por
“El Buque Maldito / Horror of the Zombies”, 1974), de longe o pior filme da série, e fechando a tetralogia com
“La Noche de las Gaviotas / The Night of the Seagulls”, 1975), com cenas realmente muito belas e um roteiro bem escrito. Dizem que Ossorio tinha um roteiro pronto para um quinto filme que se chamaria
“El Necronomicon de los Muertos Ciegos”, mas o mestre morreu em 2001, acabando com as esperanças de se ver uma nova história com os tão temidos Mortos-Cegos.
ZUMBIS-DEMÔNIO ? – Groovy!!!!!
Em 1980, um grupo de estudantes de cinema tinha o projeto de fazer um filme. Esse grupo era encabeçado por um jovem chamado Sam Raimi e um outro chamado Bruce

Campbell. O filme em questão era
“Book of the Dead”. Eles conseguiram uma certa quantia em dinheiro e inicialmente fizeram um curta chamado
“Within the Woods”, contando a história de um casal que desenterra artefatos indígenas e libertam um demônio que possui o rapaz, transformando-o em um morto-vivo demoníaco. Com o sucesso do curta puderam filmar o longa e ao final da produção mudaram o título para
“A Morte do Demônio” (The Evil Dead, 1982). O filme é um dos melhores no gênero, conta a história de quatro jovens que vão descansar em uma cabana, eles descobrem um gravador onde um historiador profere palavras em um idioma kandariano (?), presente em um livro chamado Necronomicon, libertando assim forças malignas na floresta que começam a possuir um a um os jovens. Contando com o versátil ator Bruce Campbell estrelando o famoso personagem Ashley Williams, mais conhecido por Ash, o filme consegue ser tão nojento quanto uma produção italiana, com cenas freqüentes de esquartejamento e gosmas verdes saindo dos zumbis demoníacos.
O filme fez sucesso gerando duas seqüências.
“Uma Noite Alucinante – Mortos ao Amanhecer” (Evil Dea
d II – Dead by Dawn, 1987), onde se mistura humor negro com terror em doses certas, sendo que este exemplar é erroneamente confundido como uma refilmagem, mas não é, ele apenas reconta nos minutos iniciais a história do primeiro, e o resto do filme é totalmente diferente. Seguido de
“Uma Noite Alucinante III” (Army of the Darkness, 1993), onde o humor domina e temos o surgimento do herói Ash, que adora chutar o traseiro de demônios e soltar pérolas como: “- Groovy!” e a impagável “- Salde o Rei, baby!”.
Na Itália, temos outro exemplo de demônios que possuem os vivos,
“Demons” (1985), que foi dirigido por Lamberto Bava, filho do grande Mario Bava. O filme é sobre um cinema lotado que se depara com o surgimento de zumbis demoníacos, logo as pessoas tentam sair, mas descobrem que estão presas no lugar. O roteiro é confuso, mas o que importa são as inúmeras cenas de “gore” durante o filme. Foi seguido por
“Demons 2” (Demoni 2: L'incubo Ritorno, 1986), onde o cinema dá lugar a um prédio cheio de vítimas para os demônios. Michele Soavi dirigiu um filme chamado
“A Catedral” (La Chiesa, 1989), onde tem um tema semelhante. Com roteiro igualmente confuso e “gore” em profusão.
EU CHUTO TRASEIROS PARA O SENHOR - Ainda Zumbis

Em 1986 Dan O'Bannon dirigiu uma homenagem satírica ao filme de Romero intitulada
“A Volta dos Mortos-Vivos” (The Return of the Living Dead), um filme divertido onde zumbis corriam atrás de punks. Teve as seqüências
“A Volta dos Mortos-Vivos 2” (The Return of the Living Dead 2, 1988), dirigida por Ken Wiederhorn, uma comédia descartável e vergonhosamente ruim, e
“A Volta dos Mortos-Vivos 3” (Return of the Living-Dead 3, 1993), dirigida por Brian Yuzna. Falando em Brian Yuzna, temos também
“A Hora dos Mortos-Vivos” (Re-Animator, 1985), dirigido por seu parceiro Stuart Gordon, onde temos insanidades como mortos reanimados por um soro e um sexo oral em uma moça com sua cabeça decepada. Teve mais duas continuações dirigidas pelo próprio Yuzna:
“A Noiva do Re-Animator” (Bride of Re-Animator, 1990) e
“Re-Animator: Fase Terminal” (Beyond Re-Animator, 2003).
Não podemos esquecer de um grande momento no cinema escatológico de zumbis:
“Fome Animal” (Braindead / De
ad Alive, 1992), dirigido pelo neozelândes Peter Jackson, hoje famoso pela trilogia do
“O Senhor dos Anéis” e
“King Kong”. É uma pérola do cinema gore, onde temos uma multidão de zumbis sendo trucidados por um cortador de grama, um bebê zumbi fruto do amor entre um padre e uma enfermeira mortos-vivos, além de outras loucuras insanas durante a projeção.
Hoje em dia o cinema de zumbis está voltando com produções como
“Resident Evil – O Hóspede Maldito”,
“Extermínio” (28 Days Later) e a refilmagem do clássico do Romero de 1978,
“Madrugada dos Mortos” (Dawn of the Dead). Mas esses filmes não possuem o charme daqueles produzidos nos anos 80, porém já é um grande começo para uma volta ao estilo.
Veja abaixo os trailers de alguns dos filmes citados acima
Na próxima postagem você está sendo convidado a jantar conosco e viajar pelo mundo antropofágico dos canibais. Nem se preocupe em trazer nada para a mesa...
VOCÊ SERÁ O JANTAR!!!

Artigo escrito por Gênesis Cardoso da Cruz e cedido pelo site Boca do Inferno.
FONTE: http://www.bocadoinferno.com/
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