Seg, 29 de Novembro de 1999 21:00
Escrito por Tatiana Oliveira
Não sei bem como esse conto começou a circular, mas sei que que entre os taxistas do Rio de Janeiro ele é bem comum.
Meu namorado morava na rua São João Batista, bem perto do cemitério de mesmo nome, e eu sempre pegava táxi a noite para ir à casa dele. Por 3 vezes me deparei com motoristas assustados com a minha orientação de caminho: Botafogo, São João Batista, no Cemitério.
Todos eles contavam a história de um taxista que uma vez pegou uma passageira justamente no bairro onde eu morava, quase meia noite, muito bonita, toda vestida de preto, que pediu para ser levada ao São João Batista. O motorista conta que durante o trajeto ela ficou muito séria, mas ao mesmo tempo serena, sempre com a beleza e palidez impecável, sem demonstrar nenhum sentimento.
Quando chegou no lugar indicado, o motorista virou-se para avisar do valor final da corrida e para surpresa dele, ela havia sumido...
Ah, essa historia me foi contada 3 vezes, como falei, e eu sempre estava de preto. Isso realmente traumatizou os motoristas da área...
Abraços pra todos!!!
No Cemitério
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