Qua, 15 de Julho de 2009 16:12
Escrito por Souza, Pelotas, RS
Meu pai conta hoje com 77 anos. Filho de "mãe solteira", imaginem as discriminações pelas quais passou, pois, obviamente, naquela época, os costumes e hábitos eram extremamente rígidos, se comparados a hoje. Mormente porquê tudo se passou no interior do Rio Grande do Sul. Sua mãe o apresentava como irmão, seus tios o ignoravam e seu avô o tratava com extrema frieza. Somente a avó lhe dava carinho e atenção.
Mas ela partiu cedo, quando papai contava com apenas 9 anos, vitimada pela tuberculose. Poucos dias após a morte da avó, ao anoitecer, papai, que começou a trabalhar com seis anos, voltava da "lida" do campo. Na cabeça de menino, pensou: e agora, o quê será de mim, pois a única pessoa que me amava partiu?. Foi quando, ao passar pelo local onde minha bisavó costumava lavar roupa, ele a avistou. "venha cá, meu filho, não tenhas medo, só quero falar-te algumas palavras". Mas o temor frente ao estronho foi m ais forte, e o menino correu para casa, tomado de pânico. Meu velho é pessoa honrada e jamais inventaria o que agora conto a vocês.
Fantasmas Amigos
Comentários
Acho que voc~e tem dificuldade de discernimento, filho!
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