Sáb, 04 de Julho de 2009 16:55
Escrito por Geovane - Pelotas, RS
A história que passo a narrar, foi-me contada desde a minha mais tenra infância, por pessoas da mais alta credibilidade.
Minha família, por parte materna, é natural da cidade de Piratini, na Região da Campanha, no Rio Grande do Sul. Há cerca de 65 anos, numa tarde de verão, alguns familiares estavam reunidos na casa de meus avós. Na hora de servir o café, minha avó notou a falta de uma colher. O objeto, talvez por suas características peculiares, ou valor sentimental, era muito valorizado, como um pequeno tesouro de família.
Ocorre que uma prima de minha mãe foi acusada (não recordo por quem, especificamente) de ter subtraído o objeto. Houve um grande mal-estar, o qual, mais tarde, aparentemente foi contornado. Alguns dias depois, minha tia, a qual ainda é viva e conta hoje com setenta e sete anos, foi mandada por minha avó até a casa de conhecidos, para pedir alguns víveres emprestados, haja vista ser comum tal prática naquela época, na qual todos se ajudavam, nos momentos difíceis. Pois bem, no caminho minha tia resolveu "pegar" um atalho, no qual ocorreu a aparição. Um velho surgiu do nada, de estatura baixa e aparência estranha, o qual disse a ela que não se assustasse, pois o único motivo de sua presença era para dizer que a pessoa acusada de furtar a colher era inocente.Também recomendou que a família permanecesse unida, e que jamais seus membros brigassem entre si. recomendou também, para que ela nunca revelasse a aparição, pois se guardasse segredo seria uma pessoa feliz por toda a vida. Minha parente entrou em pânico e correu até retornar a sua casa. Ao relatar o acontecido, a surpresa: As características físicas do velho eram idênticas a do falecido pai de minha avó (minha tia não o conheceu, sequer tinha ouvido falar como ele era). Também tinha o mesmo sotaque italiano. Havia convergências, também, acerca de características que não r ecordo direito, pois a irmã de minha mãe até hoje evita falar no assunto. Pois bem, infelizmente esta tia, que adoro, nunca foi uma pessoa feliz, sua vida foi cheia de tristezas e sacrifícios. O ancião seria o fantasma de meu bisavô??
Geovane.
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