Em 1997 tive meu primeiro contato com casos bizarros de morte de animais a 25 quilômetros de Curitiba (onde vivo).
Visto que a quantidade de animais mortos em circunstâncias estranhas era enorme e que órgãos do governo não revelaram a verdade (se é que ela existe), resolvi pesquisar a fundo a questão.
Depois de três anos investigando o caso, entrevistando testemunhas do chupacabras, coletando fezes (eca), pêlos, fazendo moldes de pegadas, aguentando as piadinhas, cheguei a conclusão que o CHUPACABRAS é um fenômeno real.
Aliás, prefiro denominá-lo Intruso Esporádico Agressivo (I.E.A.), um nome mais apropriado para tal criatura misteirosa. Tenho as provas comigo e em breve publicarei um livro e uma fita documentário sobre toda a pesquisa, com minhas conclusões e de outros amigos pesquisadores.
Dos casos que pesquisei, acredito que o mais bizarro tenha ocorrido em 06 de agosto de 1997 na cidade de Ortigueira (PR) quando foram encontradas pela manhã 66 (sessenta e seis) ovelhas mortas com apenas uma perfuração no pescoço, sem sangue nos corpos ou no local de ataque. O que chamou mais a atenção é que elas estavam amontoadas em dois montes em cada aprisco, demonstrando que o animal predador seria inteligente o suficiente para realizar um processo de seleção.
Antes que o leitor se apresse em tirar conclusões precipitadas, saiba que morcegos vampiros não chupam sangue e sim o lambem. O mesmo pode-se dizer da sussuarana e dos cães selvagens, injustamente acusados de serem os responsáveis pelos ataques.
Somente em 97 levantei cerca de 78 casos e mais de 800 animais foram mortos pelo estranho predador. Foram 64 testemunhas que oviram e suas descrisões não se pareciam nada com os animais citados acima. Muito pelo contrário. Segundo todas elas o Chupacabras (I.E.A.) possuía uma crista nas costas, pêlo escuro e bege, três garras nas pontas das mãos, era bípede e pulava com um cangurú. Seus olhos vermelhos brilhavam no escuro e apagavam-se com luzes de lanternas ou carros.Também possuía dois dentes caninos enormes.
Quanto as pobres vítimas, apesar de não apresentarem odor de decomposição e de não atraíam corvos, como normalmente ocorre em mortes desse tipo, algumas foram servidas nas mesas dos proprietários que em sua ignorância as saborearam.
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, ufólogo
"Ser ufólogo é ser autêntico"
Comentários
adorei ver q alguem pesquisou e estudou sobre o assunto.
valeu mermo!! ;-)
eu sei que ja ejistiu a muito tempo e tambem andam soltos e matando gentes aminais e ai que horror pela amor de deus mate esses bichos :-x
Afinal são os poucos que acreditam sem ver o que acontece (isso me faz lembra de São Tomé: " Só acredito vendo !!! ").
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